quinta-feira, 26 de junho de 2014

Et voilá!

Andava há imenso tempo para escrever este post.Sobre uma cidade fabulosa, onde tenho tido a sorte de viver experiências muito divertidas e enriquecedoras.Porque vou para lá muitas vezes sozinha, consigo uma interioridade que me é impossível no frenesim de Lisboa.Porque às vezes vou acompanhada ou lá encontro verdadeiros amigos, divirto-me à grande.
Desde encontrar o Alexandre, a Madalena ,as Susanas, o Nuno, o Zé Manel, a Ana Luísa, a Corinne, o Ian, o Manel, o Augusto, a Tamar.. Laços e mais laços de amizade que se vão tecendo e que, de vez em quando, nos voltam à memória.





quinta-feira, 13 de março de 2014

Hoje faz anos a nossa Miss!

Hoje faz anos a nossa Miss!Há já alguns dias que andava a pensar escrever alguma coisa sobre este dia.Ao escrever a frase «hoje faz anos a nossa Miss» vêm-me à cabeça imensas palavras que poderiam descrever a nossa amiga.
E uma delas é, sem dúvida,disponibilidade.A Miss é aquela pessoa a quem nós todos telefonamos, a toda a hora: «Miss, olá, olha tenho os miúdos com febre e dores musculares.Será meningite?»; «Miss, viva, olha, ando muita cansada, deve ser da anemia, passas-me umas análises?»; «Miss, que tal, olha, se não te importas, tenho a minha tia velhota internada no Hospital XPTO, achas que podes dar lá um salto?»; «Miss,tás bem? ouve, apanhei um escaldão enorme pá, tou que nem me consigo mexer,pá, achas que ponha qualquer coisa nas costas?», etc, etc, etc.
E a nossa amiga, a tudo responde, sempre com soluções na manga e com uma pachorra infinita.

Como haveria muito mais palavras para definir a Miss, vamos ver o nome da própria, que eu vou ter que desvendar:

AMÉLIA, que significa uma personalidade activa e decidida.É vê-la a fazer comida na Ceia de Santa Isabel, a pôr tabuleiros no forno, a dar ordens na cozinha com a amiga Quicas, a pôr tudo a funcionar.É vê-la quando vamos ao Hospital pôr tudo num rodopio, a perguntar por este e por aquele e «Ó Sra. enfermeira onde é que está isto e onde é que está aquilo?».
AMÉLIA quer igualmente dizer independência e dinamismo, pessoas empreendedoras e autoconfiantes.
Ou ainda isto, no caso concreto:
A-Amiga
M-Muita fixe
E-Estonteante
L-Linda de morrer e eternamente Miss
I-Inteligente pa caramba
A-Auto-impecável



Querida Miss

Tu és isto e muito mais. És ainda tudo aquilo que não sei dizer por palavras.
És uma grande alegria na vida de todos nós que contigo vivemos e convivemos.

Um dia feliz

terça-feira, 4 de março de 2014

Casa Veva de Lima, uma casa para uma grande mulher!

No último sábado de fevereiro fomos, com o grupo da Boa Vizinhança de São Mamede, visitar a casa Veva de Lima, ali para os lados das Amoreiras, no início da Rua Silva Carvalho.

A visita foi guiada, como já seria de esperar, pelo Alfredo Magalhães Ramalho, grande conhecedor da história de toda a família Lima Mayer e Ulrich,o que a tornou além de muito interessante, divertidíssima.
Genoveva Lima Mayer (1886-1963)casou com Rui Ulrich em 1907 e arrendaram o palácio em 1920.Genoveva adoptou rapidamente o nome artístico de Veva de Lima, tendo começado a frequentar a vida intelectual da capital e a promover verdadeiras tertúlias na sua casa.
Era considerada uma mulher muito excêntrica para a época, com uma paixão enorme por cisnes e borboletas, como se pode verificar por toda a ornamentação da casa.O cisne seria a sua própria beleza, atitude charmossissíma e inegualável; a borboleta , o voo arriscado, até ao limite, até ao queimar as asas.

A entrada para o primeiro andar da casa que, embora a fotografia não mostre, está a precisar de obras de intervenção urgentes!



Os candeeiros de três das salas, todos muito originais.Diz-se que as coisas que tinha em casa, umas eram melhores que outras, já que Veva de Lima não se preocupava em distingir a qualidade daquilo que comprava.


O pormenor do boudoir de Veva de Lima


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Estamos prontos para o próximo desafio!!!

Como alguns saberão, a Ceia de Santa Isabel acabou.
Para quem lá fez voluntariado ao longo destes três anos, custou um bocadinho ver fechar as portas.
Divertimo-nos imenso, trabalhámos imenso.A partilha com os nossos amigos que lá íam jantar foi uma lição de vida. A partilha ao fim da noite, entre o nosso grupo, foi de uma enorme riqueza.Permitiu ultrapassar a timidez, descobrir pequenos ( e grandes) talentos, ouvir os outros, rir, rir, rir.
As conversas com a D. Adelaide, que de vez em quando nos trazia uns presentes fabulosos que lhe ofereciam à porta do Jumbo; com a D. Luísa que toda a vida tinha trabalhado na Casa Varela;com a D. Ana que gostava muito de ir dançar aos Alunos de Apolo; com o Sr. António, sempre muito arranjado e educado, com um sorriso enorme; e com tantos outros que foram entrando e saindo nas nossas vidas.
Tudo isto, abrilhantado por um espaço lindo e por uma equipa de cozinha de 5 estrelas.
Foi muito bom,e este texto é para agradecer a todos quanto proporcionaram esta inesquecível forma de aprender a viver.
Vejam algumas fotografias, tiradas pelo João Pedro, da fantástica Equipa nº 4, que está pronta para o próximo desafio.

sábado, 23 de março de 2013

Porto, a cidade do eterno retorno



Fui ao Porto, esta semana, no que se pode considerar uma visita relâmpago.24 horas.
E foi tão bom! Apanhar uma simpática boleia à saída da Campanhã, permitiu ver a cidade com os olhos de quem vive no Porto, ainda por cima porque caía chuva de molhar parvos, o que faz com que os carros andem muito mais devagar.Foi uma delícia, até ao Museu Nacional Soares dos Reis.Onde entrámos e fomos recebidos com uma enorme simpatia.
E de repente, enquanto se falava de questões de trabalho, olhava-se para um lado e via-se um quadro do Silva Porto.Empurrados pelas obrigações lá continuávamos e o nosso olhar cruzava-se com um Marques de Oliveira. E com um Costa Lima.E com um Joaquim Ribeiro. E com um Malhoa.E com tantos outros.Eu ía-me espantando, maravilhando.E mais o Francisco Resende.E as esculturas do Soares dos Reis. E a magnífica intervenção que o Arquitecto Fernando Távora fez no espaço museológico.Imaginem que para irmos para o auditório temos, obrigatóriamente, que passar por estes estes pintores que referi.Ainda bem. É o verdadeiro conceito de cultura no museu.E, com muita pena minha, só vi um terço do museu.Vejam as fotografias que, tiradas por mim, valem o que valem.Quando forem à Invicta não deixem de ir ao Soares dos Reis.Aqui ficam alguns registos do Grupo do Leão.

Joaquim Ribeiro,«O Mártir Cristão»



Marques de Oliveira,«As costureiras»



Marques de Oliveira,«Silva Porto ao ar livre»



Silva Porto, «Rio Areinho»





domingo, 3 de fevereiro de 2013

Já se conhecem os finalistas do Prémio Mies van der Rohe de 2013

O Prémio de Arquitectura Contemporânea Mies van der Rohe 2013, financiados pelo Programa Cultura e pela Fundação Mies van der Rohe, já anunciou os cinco finalistas deste ano. Os projectos a galardoar são, como não podia deixar de ser, fabulosos. Ora vejam:
Metropol, Parasol, Sevilha imagem de David Franck
City Hall, Gand, Bélgica imagem de Petra Decouttere
Harpa, Reykjavik Concert an Conference Centre imagem de Nic Lehoux
Lar de Idosos, Alcácer do Sal, dos grandes arquitectos portugueses Aires Mateus,imagem de FG+SG
Superkilen, Copenhaga imagem de Superflex